Feb 2, 2011

CQD

tema de quase toda coluna do Pondé: “prefiro gente que X”, sendo X qualquer falha de caráter

@hansguro, 31 de janeiro de 2011

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Pessoalmente, suspeito fortemente de gente “legal” e “indignada”, confio mais em gente blasé.

Luiz Felipe Pondé, 31 de janeiro de 2011

Eu, que sou um miserável mortal, confesso: adoro dinheiro. E confio mais em quem confessa que faria (quase tudo) por dinheiro. Desconfio de quem diz não dar valor ao dinheiro.

Luiz Felipe Pondé, 4 de outubro de 2010

Prefiro pessoas que são indiferentes à humanidade, mas que pagam salários em dia.

Luiz Felipe Pondé, 6 de setembro de 2010

Não saio para jantar com gente que quer mudar o mundo e que tem ideais. Prefiro as que perdem a hora no dia que decidiram salvar o mundo ou as que trocam seus ideais por um carro novo. 

Luiz Felipe Pondé, 7 de junho de 2010

Em matéria de ser humano, confio mais nos medievais do que nos homens modernos.

Luiz Felipe Pondé, 31 de maio de 2010

Prefiro almas pecadoras a almas eficazes (como diz Sabato), culpadas em sua agonia, conscientes do mal que causam no mundo, presas em suas fraquezas, aniquiladas por seu orgulho ridículo, com olhos vidrados de dor.

Luiz Felipe Pondé, 19 de abril de 2010

Temo novos seres humanos porque são monstros com cara de anjos, prefiro velhos e miseráveis viciados. Não confio em pessoas que não se reconhecem viciadas em algo.

Luiz Felipe Pondé, 1º de março de 2010

Outro tipo que me põe correndo é gente bem resolvida com seus afetos. Só confio em quem enlouquece de ciúme, em quem perde a cabeça quando sua mulher ou seu marido está conversando com alguém do sexo oposto com cara de quem achou um espécime interessante na festa.

Luiz Felipe Pondé, 15 de junho de 2009

Falsos sentimentos são comuns nos homens, logo, quanto mais homens, maior a chance de mentira, por isso desconfio de bons sentimentos em grandes quantidades.

Luiz Felipe Pondé, 9 de fevereiro de 2009

Creio que somos motivados mais por paixões ordinárias do que por grandes ideias, penso que mentimos a maior parte do tempo, principalmente quando falamos em nome do “bem coletivo”, confio mais em quem se crê mal do que em quem se crê a favor do bem (…)

Luiz Felipe Pondé, 19 de janeiro de 2009

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